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Lula sanciona criação da Universidade Federal dos Povos Indígenas (UFPI)

1 de 1 O presidente Lula (centro) sanciona a criação da Universidade Federal Indígena. Também estão na foto: Eloy Terena (ministro do Povos Indígenas) e Sonia Guajajara (ex-ministra dos Povos Indígenas) - Foto: Ricardo Stuckert/PR
1 de 1 O presidente Lula (centro) sanciona a criação da Universidade Federal Indígena. Também estão na foto: Eloy Terena (ministro do Povos Indígenas) e Sonia Guajajara (ex-ministra dos Povos Indígenas) - Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, a lei que cria a Universidade Federal dos Povos Indígenas (UFPI), a primeira instituição federal de ensino superior voltada exclusivamente para indígenas no Brasil. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, após aprovação pelo Congresso Nacional no início de maio. A nova universidade será vinculada ao Ministério da Educação e deve iniciar suas atividades no segundo semestre de 2026, com inauguração da sede prevista para junho.

Características da universidade

A UFPI terá sede em Brasília e oferecerá dez cursos de graduação, com cotas exclusivas para indígenas. A medida cumpre promessa de campanha de Lula em 2022 e integra a agenda de reparação histórica aos povos originários. O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, e lideranças indígenas participaram do evento ao lado de ministros e parlamentares.

Objetivos e impacto esperado

A instituição priorizará a formação de professores e pesquisas baseadas nos saberes dos povos indígenas. As atividades começam no segundo semestre de 2026, ampliando o acesso ao ensino superior com foco na cosmovisão indígena.

Declaração do ministro

É um sonho que se realiza. Vamos formar nossos próprios professores, pesquisadores e líderes com base na nossa cosmovisão.

Eloy Terena

A criação da UFPI representa um avanço na política educacional brasileira, com potencial para fortalecer a autonomia dos povos originários por meio da educação superior.

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