O governo federal lançou na quinta-feira (25) a terceira edição do Plano de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, com diretrizes válidas até 2035 e atenção especial ao combate da exploração no ambiente virtual. A iniciativa busca proteger cerca de 1,6 milhão de crianças e adolescentes no Brasil e romper ciclos de pobreza e desigualdade por meio de prevenção, proteção social e monitoramento digital.
Metas e atualizações do plano
Durante o evento oficial, autoridades destacaram a necessidade de adaptar as estratégias às transformações tecnológicas recentes. O plano reforça ações de prevenção e inclui alertas sobre novas formas de exploração online, ampliando o conceito tradicional de trabalho infantil para abranger o contexto digital atual.
Posicionamento das autoridades
Enquanto houver uma criança ou um jovem sendo explorado, não podemos descansar. Esse é um compromisso de todos nós e um objetivo que precisa mobilizar toda a sociedade brasileira.
Luiz Marinho
O ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho, a ministra da Igualdade Racial Rachel Barros e o coordenador Roberto Padilha participaram da apresentação, ao lado da representante do Conanda Helen Hipólito.
Desafios no ambiente virtual
Compromete o desenvolvimento físico, emocional, intelectual de crianças e adolescentes em suas fases mais sensíveis e determinantes. Retira dessas crianças o direito de brincar, de aprender e de sonhar.
Roberto Padilha
Helen Hipólito ressaltou a importância de derrubar a cultura que naturaliza o problema, enquanto Padilha apontou avanços na atualização conceitual alinhada às mudanças sociais e econômicas. O plano prioriza o engajamento de toda a sociedade para garantir direitos básicos a crianças e adolescentes.
