O El Niño já está formado no Oceano Pacífico em 2026 e deve intensificar ondas de calor, secas prolongadas e chuvas intensas em diversas regiões do Brasil, com efeitos mais evidentes a partir de setembro e outubro, especialmente em Goiás. O fenômeno natural, provocado pelo aquecimento acima do normal das águas equatoriais, amplifica eventos climáticos extremos já observados nos últimos anos.
Intensificação prevista entre julho e outubro
A Organização Meteorológica Mundial e especialistas brasileiros monitoram o pico do El Niño entre setembro e outubro de 2026. O aquecimento das águas atua como amplificador de variações climáticas, elevando a frequência e a intensidade de extremos como ondas de calor e períodos de seca. Produtores rurais e gestores públicos preparam-se para os impactos em Goiás e nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
Divisão dos efeitos regionais no país
O Brasil fica praticamente dividido em três etapas. Nós vamos ver estes efeitos com mais evidência a partir de setembro e outubro. O El Niño vai intensificar as ondas de calor e estender o período de seca em Goiás.
O Brasil fica praticamente dividido em três etapas. Nós vamos ver estes efeitos com mais evidência a partir de setembro e outubro. O El Niño vai intensificar as ondas de calor e estender o período de seca em Goiás.
André Amorim
No Sul, teremos um período chuvoso mais intenso. No Norte e Nordeste, a seca deve ser mais prolongada. No Centro-Oeste, incluindo Goiás, a previsão é de temperaturas mais elevadas, com ondas de calor mais frequentes e duradouras.
No Sul, teremos um período chuvoso mais intenso. No Norte e Nordeste, a seca deve ser mais prolongada. No Centro-Oeste, incluindo Goiás, a previsão é de temperaturas mais elevadas, com ondas de calor mais frequentes e duradouras.
André Amorim
Aumento da frequência de eventos extremos
Temos observado um aumento na frequência e na intensidade desses eventos nos últimos anos. O El Niño contribui para que esses extremos se manifestem de forma mais acentuada.
Temos observado um aumento na frequência e na intensidade desses eventos nos últimos anos. O El Niño contribui para que esses extremos se manifestem de forma mais acentuada.
André Amorim
