Uma funcionária de uma imobiliária em Santa Juliana, no Triângulo Mineiro, descobriu que foi filmada sem consentimento no banheiro do local de trabalho por seu ex-patrão. O episódio, ocorrido antes de 29 de junho de 2026, começou quando a vítima acessou o celular do empresário para pagar uma marmita e encontrou os vídeos. Ao confrontar o ex-patrão, ele admitiu o registro clandestino, o que desencadeou uma agressão física entre os dois.
A descoberta dos vídeos
A vítima utilizou o aparelho do ex-patrão para realizar o pagamento e localizou os arquivos que mostravam imagens captadas sem autorização. O empresário confirmou ter escondido um celular no banheiro da imobiliária com o objetivo de registrar as filmagens. Essa revelação ocorreu no ambiente de trabalho e motivou a imediata reação da funcionária.
O confronto e a intervenção
Durante o confronto, o empresário desferiu um tapa na vítima, gerando uma luta corporal entre eles. O ex-namorado da funcionária, que estava presente, separou os dois e impediu que o incidente prosseguisse. A Polícia Militar foi acionada e registrou a ocorrência com base no relato das partes envolvidas.
Desdobramentos do caso
O episódio evidencia a importância de medidas de proteção em ambientes profissionais contra violações de privacidade. As autoridades competentes seguem os trâmites legais para apurar os fatos relatados, mantendo o foco na versão apresentada pela vítima e pelas testemunhas. Até o momento, não há informações adicionais sobre o andamento do procedimento.
