Saúde

Brasileira em desespero na Indonésia após 4 dias sem resgate

Juliana Marins, a brasileira que sofreu um acidente no vulcão Monte Rinjani, na Indonésia, continua em situação crítica dentro da cratera. Até o final da tarde desta terça-feira (24), as equipes de resgate ainda não conseguiram alcançá-la, deixando-a em um estado de desespero e abandono.

A Agência Nacional de Busca e Resgate indonésia (Basarna) informou à imprensa que a demora na resposta inicial foi devido à notificação tardia, já que um membro do grupo de Juliana levou horas para chegar a um posto e avisar as autoridades. Esse atraso crítico pode ter custado a vida da turista.

Apesar de drones com sensores térmicos terem finalmente localizado Juliana na manhã de segunda-feira (23), a situação é alarmante: ela está viva, mas imóvel, o que sugere um estado de saúde grave e deteriorante. A profundidade da cratera, cerca de 500 metros abaixo da borda, e as condições climáticas adversas complicam ainda mais o resgate.

Hoje, um helicóptero com uma equipe especializada da Basarna foi enviado, mas as dificuldades persistem. A falta de progresso no resgate é um sinal preocupante de negligência e ineficiência, deixando Juliana em uma situação de extrema vulnerabilidade.

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