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AGU vai ao presidente do STF para tentar reintegrar diretor-geral da PF

A Advocacia-Geral da União avalia contestar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por meio de uma suspensão de liminar a ser analisada diretamente pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. A iniciativa busca contornar a Segunda Turma, que já formou maioria pela manutenção da liminar concedida pelo ministro André Mendonça. O recurso deve ser protocolado ainda na terça-feira, 8 de setembro de 2026, conforme informações da AGU.

Decisão da segunda turma do stf

A Segunda Turma do STF decidiu manter a liminar que afastou Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. A medida foi proferida na manhã de terça-feira, 8 de setembro de 2026, e envolve também o diretor de inteligência da corporação, Leandro Almada da Costa. A decisão gerou reação imediata da AGU, que considera a ação incompatível com as atribuições do Executivo.

Argumentos para a suspensão de liminar

A AGU sustenta que o afastamento de Rodrigues viola a competência privativa do presidente da República para nomear e exonerar o chefe da Polícia Federal. Por isso, o órgão pretende levar o pedido de suspensão diretamente ao presidente do STF, Edson Fachin, evitando a análise da Segunda Turma. A estratégia busca restabelecer a normalidade administrativa na corporação.

Próximos passos no supremo

O recurso da AGU será apresentado ainda na terça-feira, 8 de setembro de 2026, e deve ser distribuído ao presidente do tribunal. Fachin terá a prerrogativa de analisar o pedido de suspensão de liminar de forma monocrática. A expectativa é que a questão seja resolvida com rapidez para definir a situação do diretor-geral da Polícia Federal.

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