Política

CGU lança Rede Nacional de Integridade Pública

© Iano Andrade/Portal Brasil
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A Controladoria-Geral da União (CGU) lançou a Rede Nacional de Integridade Pública no dia 20 de maio de 2026. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre órgãos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário da União, estados e municípios, além de Ministérios Públicos, Tribunais de Contas, Defensorias Públicas, autarquias, fundações federais e conselhos de fiscalização profissional. Instituída pela Portaria Normativa CGU 262 de maio de 2026, a rede atua por meio de produção e disseminação de conhecimento, troca de experiências, capacitação e compartilhamento de boas práticas para promover a transparência e prevenir irregularidades no setor público.

Objetivos centrais da rede

Com abrangência nacional, a Rede Nacional de Integridade Pública visa impulsionar soluções conjuntas entre as instituições envolvidas. A Secretaria de Integridade Pública (SIP), vinculada à CGU, coordena as ações que incluem o desenvolvimento de estratégias integradas para elevar os padrões de integridade. O objetivo principal é fortalecer a confiança da sociedade nas instituições públicas brasileiras por meio de prevenção de desvios e maior transparência administrativa.

Como participar da iniciativa

Órgãos interessados podem manifestar interesse em integrar a comissão até o dia 30 de junho de 2026. A estrutura permite que diferentes esferas de governo contribuam ativamente para o intercâmbio contínuo de experiências. Essa participação amplia a efetividade das políticas de integridade em todo o país.

A expectativa é que o intercâmbio contínuo de experiências contribua para ampliar a efetividade das políticas de integridade e fortalecer a confiança da sociedade nas instituições públicas brasileiras

Simone Gama de Andrade

Impactos esperados no setor público

A nova rede representa um passo importante para a construção de um ambiente mais íntegro no Brasil. Ao conectar instituições de diferentes níveis, a CGU espera consolidar boas práticas que reduzam riscos de corrupção e melhorem a gestão pública. Os resultados devem aparecer gradualmente à medida que as trocas de conhecimento se intensificarem nos próximos meses.

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