Política

Lula e Putin discutem tensão na Venezuela após intervenção dos EUA e captura de Maduro

Bandeiras do Brasil e Rússia em Brasília com mapa da Venezuela, representando discussões sobre tensão na Venezuela após intervenção dos EUA.

Lula e Putin discutem tensão na Venezuela após intervenção americana

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para o presidente russo Vladimir Putin na manhã de 14 de janeiro de 2026, para abordar a escalada de tensão na Venezuela após uma intervenção americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. A conversa, que durou cerca de 45 minutos e foi iniciada pelo lado brasileiro, focou na defesa da soberania venezuelana e nos interesses do povo local. Os líderes acordaram coordenar esforços via ONU e Brics para reduzir as tensões na América do Sul e no Caribe.

Detalhes da conversa telefônica

Durante o telefonema, Lula e Putin trocaram opiniões sobre questões internacionais atuais, com ênfase na situação na Venezuela. A preocupação central foi a intervenção americana, que capturou Maduro e gerou instabilidade na região. Ambos defenderam a soberania do país e a necessidade de ações que priorizem a paz e os direitos do povo venezuelano.

Por iniciativa do lado brasileiro, ocorreu uma conversa telefônica entre o presidente russo Vladimir Putin e o presidente da República Federativa do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva.

A agência estatal russa destacou que os líderes enfatizaram a coordenação de esforços para mitigar conflitos não só na América Latina, mas em outras regiões do mundo.

Acordos e coordenação internacional

Os líderes trocaram opiniões sobre questões internacionais da atualidade, com foco na situação em torno da Venezuela.

Como resultado da discussão, foi acordado continuar a coordenação por meio da ONU e do Brics, visando reduzir a tensão global. Essa abordagem reflete a preocupação compartilhada com a estabilidade na América do Sul e no Caribe, especialmente após a captura de Maduro pela intervenção americana.

Foi acordado continuar a coordenar esforços, inclusive no âmbito da ONU e por meio do Brics, com o objetivo de reduzir a tensão na América Latina e em outras regiões do mundo.

Implicações para a diplomacia regional

A iniciativa brasileira demonstra o papel ativo do Brasil na mediação de crises internacionais, alinhando-se aos interesses de soberania e paz. Com a conversa ocorrendo em 14 de janeiro de 2026, um dia antes da publicação desta notícia, o acordo entre Lula e Putin pode influenciar futuras negociações envolvendo a Venezuela e potências globais. Essa coordenação via ONU e Brics destaca a importância de fóruns multilaterais em tempos de tensão geopolítica.

Notícias relacionadas

EducaçãoGoiásPolítica

Marconi Perillo exalta marca de 220 mil beneficiados pela Bolsa Universitária e relembra trajetória

Em recente entrevista a uma emissora de TV em Goiás, o pré-candidato...

© Paulo Pinto/Agência Brasil
BrasilCulturaPolítica

Marcha do Orgulho Trans de São Paulo é cancelada em 2026

A Marcha do Orgulho Trans de São Paulo não acontecerá em 2026....

Caso de PolíciaGoiásPolítica

Governo Daniel Vilela usa polícia e máquinas contra viúva de 78 anos em Catalão

Uma operação que combinou máquinas pesadas e policiais armados cercou uma propriedade...

1 de 1 O presidente Lula (centro) sanciona a criação da Universidade Federal Indígena. Também estão na foto: Eloy Terena (ministro do Povos Indígenas) e Sonia Guajajara (ex-ministra dos Povos Indígenas) - Foto: Ricardo Stuckert/PR
EducaçãoPolítica

Lula sanciona criação da Universidade Federal dos Povos Indígenas (UFPI)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira, 28 de...